quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Harry Potter e as Relíquias da Morte






Dissesse o apropriado seria isto:







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O mais silencioso de todos os Harry Potter é também o mais tenso, sombrio e introspectivo.

A jornada do herói é, antes e acima de tudo, uma jornada em si mesmo. diante dos desafios do mundo, o inescapável confronto com os medos, desejos, conflitos, fantasmas, com as dúvidas e dores dos obscuros recônditos de si.

momento das florestas, desertos, abismos,

o novo filme, pode-se ler, é repleto de simbolismos para além das fronteiras de Hogwarts.

três são aqueles que restam, unidos, e solitários, na busca. são três também as relíquias, e é o terceiro, o irmão que triunfa.

o conto das Relíquias da Morte, tão belamente revelado, talvez não o seja de fato, mas traz a essência dos contos maravilhosos de tradição oral (coincidência?).

a fotografia está de nos transportar para dentro dela, tanto quanto nos seduz a trilha.

a estética mudou: despregou-se dos castelos e ganhou amplitudes.

De todos os filmes da série, nunca algum esteve tão sem palavras.

caminhar com Harry pelo deserto pode, às vezes, conduzir um incauto a estranhos lampejos de si próprio.

são três as horas de filme...






um átimo.







Harry Potter e as Relíquias da Morte Site Oficial

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